7 Filmes e séries para promover o autoconhecimento


A busca pelo autoconhecimento é uma longa jornada cheia de grandes descobertas. Um processo às vezes doloroso, mas também muito divertido e libertador.

Por isso quero compartilhar com vocês a lista dos 7 filmes e séries que mudaram minha vida, contribuindo muito no meu processo de autoconhecimento:

7. Matrix (1999)


Na história do cinema, poucos filmes causaram tanto impacto e discussão sobre a existência humana quanto Matrix. Considerado por muitos uma trilogia que promoveu um despertar de consciência coletivo, o filme é cheio de mensagens subliminares e ensinamentos da filosofia zen budista.

Uma aventura cibernética fantástica e instigante, que trouxe à tona a ideia de vivermos num mundo artificial onde a realidade é programada. Acendendo no espectador muitos questionamentos... Será que vivemos uma mentira? Somos escravos da nossa própria mente? Qual a verdade por trás de tudo?

6. Quem Somos Nós? (2004)


Uma mistura de ficção e documentário, Quem Somos Nós? tem como pano de fundo a história de Amanda, uma fotógrafa surda que está tentando superar uma separação traumática. Ela começa a ser atormentada por diversos pensamentos e emoções com as quais não sabe lidar.

Enquanto a história se desenrola, são apresentadas entrevistas e estudos com diversos cientistas, teólogos e psicólogos que falam sobre o funcionamento da mente e física quântica, tentando explicar a essência humana e os efeitos físicos causados pela mente e emoções.

5. As 7 Leis Espirituais do Sucesso (2007)


Este filme baseado no livro do Deprak Chopra foi um baita apoio para superar meu último episódio depressivo, como já contei nesse post aqui.

A narrativa base é a história da atriz e cantora Olivia Newton John sobre como ela venceu o câncer. Ao longo do filme diversas histórias de superação são apresentadas, enquanto o próprio Depak Chopra explica quais são essas leis que regem o universo.

É um filme que faz questionar o que estamos fazendo da nossa própria vida, ao mesmo tempo que mostra o lado bom das mudanças e o quanto mudar pode ser libertador.

4. O Preço do Amanhã (2011)


Neste filme de ação futurista a moeda do mundo é o tempo. Dessa forma os ricos vivem para sempre, enquanto os pobres contam cada minuto para viver um pouco mais. O filme faz diversas alusões ao nosso sistema de mundo e sociedade atuais, levando a muitas reflexões. Afinal, você doaria uma parte do seu tempo para que outros pudessem viver mais?

3. The Mask You Live In (2015)


O título traduzido seria "A máscara em que você vive" e foi o primeiro documentário a abordar o tema masculinidade de forma aberta. Através de entrevistas e depoimentos, o filme levanta o debate sobre o que é ser homem e todos os estereótipos culturais relacionados a masculinidade.

Apesar de ser mulher, reconheço o peso cultural e social depositado nos homens e o quanto isso contribui para uma masculinidade tóxica e nociva.

Não tenho a ilusão de pensar que isso é exclusividade deles, afinal todo homem tem mãe, tias ou avós responsáveis por sua criação.

Por isso não é recomendado apenas para homens, mas é também um convite para nós mulheres refletirmos sobre as expectativas que projetamos no sexo oposto e qual a nossa participação na educação dos meninos.

2. Innsæi - O Poder da Intuição (2016)


Se eu pudesse guardar um filme num potinho, seria Innsaei... Essa palavra parece estranha porque é islandesa. Innsæi significa "mar interior" ou "ver o interior". 

Innsæi é um documentário sobre o poder da intuição, abordando o assunto sob a perspectiva de neurocientistas e sábios, que fazem uma análise da natureza humana e o quanto vivemos desconectados desse grande poder universal.

O filme mostra que através da empatia e intuição é possível se conectar a esse mundo distraído, separado e estressante de hoje. É um documentário leve e inspirador.

Minha recomendação é cuidar o link, pois no Youtube tem versões legendadas diferentes do filme original. O filme completo tem no Youtube para alugar a partir de R$ 3,90 (neste link aqui)

1. Boneca Russa (2019)


Esta série nova da Netflix é uma comédia dramática muito louca e inteligente ao mesmo tempo.

Nadia é uma engenheira de software que morre no seu 36º aniversário, mas ao morrer ela retorna para o começo e tudo se repete novamente. Nesse aspecto lembra o filme Feitiço do Tempo com o dia da marmota. Mas aqui a história é um pouco mais profunda e ao longo dos episódios a personagem vai se desconstruindo em busca da libertação. A boa notícia é que tudo se resolve no final da primeira temporada.

A história mexe muito com a gente, tem algumas cenas bem fortes e é um convite a refletir sobre a forma como lidamos com a vida, nosso próprio sofrimento e mundo ao redor.


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